Redução da incidência de luz solar durante os meses mais frios pode impactar a imunidade, a saúde óssea e a qualidade de vida, tornando os exames laboratoriais fundamentais para a prevenção de doenças.
Com a chegada do inverno, a redução da exposição ao sol acende um alerta para a saúde da população. A menor incidência de radiação ultravioleta B (UVB), responsável por estimular a produção de vitamina D no organismo, associada ao uso de roupas mais fechadas e à permanência em ambientes internos, contribui para a queda dos níveis dessa vitamina essencial para diversas funções do corpo.
Responsável por atuar diretamente na absorção de cálcio, na manutenção da saúde óssea e na regulação do sistema imunológico, a vitamina D desempenha um papel fundamental para o equilíbrio do organismo. Quando seus níveis estão baixos, sintomas como cansaço, fraqueza muscular, dores ósseas e musculares e maior suscetibilidade a infecções podem surgir, impactando diretamente a qualidade de vida.
Os grupos mais vulneráveis à deficiência incluem idosos, pessoas que passam a maior parte do tempo em ambientes fechados, indivíduos com pele mais escura, gestantes, crianças e pacientes com doenças crônicas ou alterações na absorção de nutrientes. Além dos impactos na saúde óssea, a deficiência de vitamina D também tem sido associada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, diabetes, doenças autoimunes, infecções respiratórias e distúrbios metabólicos.
Diante desse cenário, o monitoramento periódico dos níveis de vitamina D torna-se uma ferramenta importante para a prevenção e o acompanhamento da saúde. O exame de 25-hidroxivitamina D (25-OH) é considerado o principal marcador para avaliar a concentração da vitamina no organismo, permitindo identificar precocemente quadros de deficiência ou insuficiência e orientar intervenções adequadas.
Segundo Lucrecia Mendes, Especialista de Produtos da Bioclin, a avaliação da vitamina D deve fazer parte de uma estratégia mais ampla de acompanhamento da saúde. “A vitamina D participa de diversos processos fisiológicos, incluindo a regulação imunológica, a função muscular e o metabolismo celular. Por isso, monitorar seus níveis é fundamental, especialmente durante o inverno, quando a exposição solar é reduzida. O diagnóstico precoce permite intervenções mais assertivas e contribui para a prevenção de complicações que podem comprometer a qualidade de vida”, destaca.
A especialista ressalta ainda que a realização de exames laboratoriais regulares possibilita uma visão mais completa do estado de saúde do paciente, favorecendo a identificação precoce de comorbidades e auxiliando na tomada de decisões clínicas mais precisas.
Para ampliar o acesso ao diagnóstico e tornar o acompanhamento mais ágil, a Bioclin disponibiliza soluções voltadas ao monitoramento da vitamina D e de diversos outros marcadores de saúde. Entre elas está a linha POCT FIA NEO, plataforma de diagnóstico rápido que oferece resultados quantitativos confiáveis em poucos minutos, contribuindo para a otimização dos fluxos de atendimento em hospitais, clínicas, laboratórios e serviços de urgência.
“O teste de 25-OH Vitamina D disponível na plataforma FIA NEO permite uma avaliação rápida e precisa dos níveis da vitamina no organismo. Além disso, a tecnologia contempla outros marcadores cardiológicos, inflamatórios e metabólicos, possibilitando uma análise mais integrada da saúde do paciente. Com isso, conseguimos oferecer mais agilidade ao diagnóstico e suporte eficiente à prática clínica”, finaliza Lucrécia Mendes.


